O presidente do Santos, Andres Rueda, falou nesta sexta-feira sobre a situação do atacante Kaio Jorge. Sem acertar a renovação com o clube, o jogador está livre para assinar um pré-contrato com qualquer outro time e deixar o Peixe em 2022.

No entanto, o camisa 9 alvinegro não pode sair sem custos para outro clube brasileiro. Em entrevista ao canal “Aqui se Fala de Santos”, Rueda explicou que o atual vínculo do atacante não apresenta validade na Fifa, apenas no Brasil. Com isso, ele só poderia ser transferido de graça para o exterior.

“Kaio Jorge tem contrato de três anos mais dois a partir de janeiro, mas não é válido na Fifa, só no Brasil. No Brasil, tem contrato válido no Santos. Ele só poderia ir para fora sem custos”, disse o mandatário, que também destacou que o jogador deseja ir para a Europa, mas o Peixe ainda não recebeu propostas.




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“É sabida a vontade do jogador de ir para a Europa nessa janela. É uma vontade da família. Não chegou proposta concreta alguma para o clube. Só posso interagir se chegar proposta. Tenho conversado com ele, família e empresário desde janeiro. Eles têm proposta que considero muito boa de renovação do Santos. Se chegar proposta interessante para o jogador, eles não querem deixar o Santos a ver navios”, afirmou.

“Entendem investimento do clube e não quer sair de graça no fim do ano. Se não chegar, com certeza vamos sentar para renovar. Continua igual isso. Enquanto a janela não começar e fechar, será essa a resposta. A não ser que chegue uma proposta e vamos ver o melhor para todos”, completou Rueda.

O presidente ainda criticou a antiga gestão do Santos por não ter tentado renovar com Kaio, ressaltando que o clube não pode ser uma “vitrine para jogador da base”.

“Sendo bem claro… A antiga gestão prometer e não cumprir gera sentimento de revolta. Estão magoados com o que fizeram, assim como os credores. Seria isso e tentamos (a renovação), mas preferem esperar a janela e as propostas. Eles não querem deixar o Santos com as mãos abanando. Não está nas nossas mãos”, declarou.

“Aconteceu com o Kaio o que tentamos evitar com as renovações da base. Clube não pode ser vitrine para jogador da base. Se não quisesse renovar, não estariam disponíveis no profissional. Sem controle, não tem como. Não adianta culpar o jogador, a lei é essa. Clube bobeou de não ter sentado para renovar lá atrás”, finalizou o mandatário.

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Fonte gazetaesportiva.com

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