Rogério Ceni reconheceu a atuação ruim do São Paulo nesta quarta-feira, contra o Fortaleza, no Castelão, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. O comandante tricolor mais uma vez viu sua equipe não conseguir furar o sistema defensivo adversário e só não somou a segunda derrota consecutiva graças a um golaço de Benítez de falta já no apagar das luzes.

“Acredito que precisamos arrumar uma solução para ter maior criatividade. Não podemos não ser competitivos contra o Fortaleza. Se não, eles passam por cima”, disse Ceni, profundo conhecedor do elenco do Leão.




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O técnico do São Paulo traçou um paralelo entre o jogo desta quarta-feira e o duelo entre as duas equipes pela Copa do Brasil, em que o Fortaleza acabou eliminando o Tricolor ao vencer o jogo de volta por 3 a 1.

“É nítida a diferença de como a equipe competiu hoje e como jogou contra o Fortaleza na Copa do Brasil. Conseguimos bater de frente com a parte física do Fortaleza. Depois, no final, tentamos algumas alternativas para deixar o time mais ofensivo, mais exposto ao mesmo tempo. Uma pena que o primeiro gol foi anulado. Mas, conseguimos fazer um outro gol nos acréscimos. Acho que o time evoluiu se você comparar o jogo de hoje com o jogo da Copa do Brasil. Mas, precisamos criar mais, melhorar em alguns aspectos”, prosseguiu.

Dividido entre a briga contra o rebaixamento e outra para se classificar para a Libertadores, Rogério Ceni prefere não priorizar qualquer um dos objetivos, embora a presença do clube no torneio continental seja importante também do ponto de vista financeiro devido às premiações em dólar. Para ele, o mais importante agora é colecionar vitórias.

“O que posso dizer para você é que estamos tentando fazer o maior número de pontos possíveis, faltam sete rodadas, estamos entre as duas brigas, a distância entre Libertadores e rebaixamento é praticamente a mesma. Estamos aqui para fazer o São Paulo jogar o melhor futebol possível. Pelo que sei, já tem prejuízo aqui há bastante tempo. Lembro que quando saí tinha R$ 150 milhões em dívidas, há quatro anos. Hoje tem R$ 600 milhões em dívida. É sempre gostoso ver o São Paulo jogando Libertadores, mas temos que somar pontos”, concluiu.

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Fonte gazetaesportiva.com

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