Qual o tênis mais adequado para corrida?

É sempre assim… basta o verão bater à porta que as pessoas lembram que o biquíni existe e que a conta dos exageros cometidos nos dias mais frios um dia chega.

Então, literalmente, resolvem correr atrás do prejuízo, já que apostar na corrida parece ser sempre a opção mais acertada.

Mas aí surge sempre aquela dúvida cruel: qual o tênis mais adequado para corrida?

Pois é, hoje em dia o que não faltam são opções, para todos os bolsos e gostos, nas mais diversas marcas e modelos, o que só piora a tarefa de escolher o tênis mais adequado para corrida.

A boa notícia é que hoje dá para pesquisar e comprar até pela Internet, podendo escolher por marca, modelo, e tecnologias oferecidas, em sites como a dafiti, por exemplo, é possível conseguir até cupons de descontos, e ter acesso à todas as marcas e ainda por valores mais em conta.

Não se desespere! Para lhe ajudar nessa tarefa, vamos mostrar seis fatores fundamentais para você considerar na hora de escolher o tênis ideal. E, como bônus, ainda mostraremos aqui uma lista com 5 opções de tênis ótimos para corrida!

O que considerar ao escolher o tênis para corrida?

Biqueira

Parte frontal do tênis, pode tanto ser chanfrada quanto arredondada, e tanto para corrida quanto caminhada, a frente chanfrada é sempre melhor, pois ajuda a trazer flexibilidade aos movimentos.

Cabedal

Parte superior do tênis, que tem como principal função proporcionar um maior conforto e proteção aos pés.

Drop (ou desvio)

É a diferença entre a altura que o pé fica apoiado na base do calcanhar do calçado para a altura de apoio da planta do pé dentro do tênis.

Entressola

Fica entre a palmilha e o solado, é onde acontece o amortecimento do tênis, capaz de absorver os impactos.

Solado

É a parte do tênis que entra em contato com o solo, hoje já é fabricado de acordo com a atividade física para a qual é desenvolvido.

Conforto

Ele não é parte do tênis, mas deve ser o fator determinante na hora de comprar o tênis de corrida, já que, hoje em dia, as marcas todas se valem de tecnologia na fabricação de seus tênis, independente do formato dos pés ou pisadas.

Melhores tênis para corrida

1 – Adidas Adizero Adios 5

O Adidas Adizero Adios 5 foi desenvolvido com materiais bem leves e que se ajustam muito bem aos pés, por isso, proporciona firmeza e segurança para corridas de rua sendo, portanto, uma ótima opção a considerar.

2 – Asics GEL-Nimbus 22

Um dos principais modelos da marca, o GEL-Nimbus 22 é equipado com tecnologias para melhorar o desempenho dos corredores, trazendo um amortecimento suave e uma passada bem reativa, além de amortecimento na biqueira, que ajuda na absorção de impactos e a reduzir o peso nos pés.

3 – Mizuno Wave Prophecy 9

Voltado para quem deseja um desempenho bem elevado e está disposto a pagar mais por isso. Possui solado com tecnologia Infinity Wave, com máxima absorção do impacto e maior suavidade nas passadas, garantindo corridas bem mais confortáveis.

4 – Nike React Infinity Run Flyknit

Ideal para quem deseja reduzir a incidência de lesões e ainda com um bom custo-benefício em meio a tantas opções mais caras. Com mais espuma e mais tecnológica, é uma opção macia e bem ajustável, garantindo mais potência às corridas.

5– Olympikus DuoFlow Corre1

E o Brasil mostra que também sabe fazer tênis, com sua marca Olympikus, para quem deseja corridas confortáveis, seguras e naturais. A tecnologia DuoFlow, que aparece na entressola, tem uma dupla camada de EVA em densidades diferentes, de modo a oferecer o amortecimento e a resposta adequada. Ideal para quem busca custo-benefício.

E é isso, agora não tem mais desculpa para não correr atrás do prejuízo, já que até pela internet você pode adquirir seu tênis, a dica, no entanto, é procurar optar por aqueles sites com entrega rápida, para que não fique mofando esperando seu tênis chegar.

Agora é com você… mexa-se!

Mariana quer correr 5k

De acordo com a personal trainer Marina Denadai, seis meses são suficientes para um aspirante a corredor, sem qualquer experiência, completar uma prova de cinco quilômetros.

Ela ainda afirma que o ideal é iniciar os treinos com trotes para que cada pessoa conheça o próprio limite: “Não adianta começar se matando”.

Denadai ainda aconselha ao corredor iniciante testar diferentes períodos do dia para saber em qual deles o rendimento é melhor.

A personal adverte ainda que, sem a prática de musculação, a corrida pode provocar lesões a longo prazo. Segundo ela, o ideal é intercalar os treinos de corrida com os de fortalecimento. “Dessa forma você não sai do ritmo e não cansa tanto o corpo”, afirma.

Sob a orientação da personal trainer, as jornalistas Mariana Rosário e Muriel Porfíro — inexperientes em corridas — decidiram iniciar um treinamento e têm o desafio de completar um prova de 5k em até seis meses.

Saiba mais sobre os primeiros passos de Mariana e Muriel na corrida neste episódio do podcast Enquanto Você Treina:

https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2019/05/epi08-edit-03.mp3

Gustavo Victor: 120 quilos a menos sem cirurgia

Emagrecer de forma saudável não é fácil. Muitos recorrem a procedimentos cirúrgicos ou a medicamentos. Foi a primeira ideia de Gustavo Vitor, um professor de inglês que aos 20 anos pesava 204 quilos.

Ao procurar um médico em busca de uma cirurgia bariátrica, Gustavo descobriu que precisaria perder 15 quilos para fazer o procedimento. O professor procurou um nutricionista e, com o auxílio de medicamentos, emagreceu 20 quilos em um mês. Percebeu, então, que poderia perder peso sem ir para a mesa de cirurgia e aboliu os remédios.

Gustavo emagreceu 80 quilos em um ano de dietas e atividades físicas. Hoje, com 120 quilos a menos, ele é corredor, aspirante a maratonista e fala sobre seu novo estilo de vida nas redes sociais, onde reúne 147.000 seguidores apenas no Instagram.

Para saber mais sobre essa história e entender as dificuldades e estratégias de Gustavo Victor, ouça o primeiro episódio do podcast Enquanto Você Treina

https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2019/04/gustavo-victor-120-quilos-a-menos-sem-cirurgia.mp3

Globo promove ‘corrida com as estrelas’ em seus estúdios

Por dentro do 'Projac'

Por dentro do ‘Projac’

A Globo vai abrir pela primeira vez seus estúdios no Rio de Janeiro para um tour do público.

No dia 24 de julho, a emissora vai promover uma corrida de cinco quilômetros dentro das instalações em Jacarepaguá.

Comandados por estrelas da casa, os corredores passarão por estúdios de programas e cidades cenográficas de novelas, acervo de figurinos e galpão de efeitos especiais.

A corrida virou balada

Muitas luzes coloridas, fumaça, DJ. À primeira vista, parece ser uma balada como outra qualquer. Mas o que dizer do invariável figurino tênis, short e camiseta? E das bandejas onde só há água e, com um pouco de sorte, isotônico? Cardápio: barrinha de cereais, banana, maçã. Bem-­vindo à reunião de uma tribo que une o útil ao agradável e embala a toda na onda das corridas de rua noturnas. O exercício é para valer, com percursos de 5 ou 10 quilômetros, mas, diferentemente da malhação tradicional, sempre começa e acaba em festa. O crescente entusiasmo dos brasileiros pelas corridas sob a luz da Lua tem a ver com o conhecido pendor humano para a novidade. Como o Brasil já é considerado há pelo menos uma década uma nação de corredores de rua — com 4,5 milhões de praticantes, a modalidade só perde para o futebol —, essa turma vive em busca de variedade. E a resposta do mercado veio com o “corujão”. “A gente foge do sol e ao mesmo tempo se diverte”, diz a enfermeira Anier Siqueira, 26 anos, contando os minutos para a travessia Up Night, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Detalhe: o visual esportivo com profusão de cores, comum nessas pistas, se adapta à dupla função.

As corridas-balada vêm se disseminando por todo o país, promovidas por empresas que detectaram nelas um bom negócio. Para se ter uma noção de seu vigor, do início dos anos 2000 para cá os trajetos noturnos se multiplicaram quase vinte vezes. Estima-se que, a cada três desses eventos de rua, um aconteça à noite. A engrenagem para pôr tudo de pé envolve os mesmos desafios diurnos — autorização para fechar vias, busca de patrocinadores — e mais alguns. O pioneiro Night Run, que apareceu acanhado em São Paulo, em 2006, hoje realiza corridas noite adentro em nove cidades. “Trazemos canetas de neon para o pessoal colorir o rosto e sair bem na foto, o que, aliás, é essencial, pois o nosso público adora uma selfie”, entrega Guilherme Accursio, da Night Run.

TRÉGUA – Anier (à dir.) e Thaiane Rodrigues: mantendo a forma e fazendo social Andre Valentim/.

Há sempre um palco animado — no cardápio, de música eletrônica a rock e funk. A balada fit promovida pela carioca Corre Eventos tem até tema. Um deles, “O cupido”, falou direto a um grupo que está lá para fazer amigos, conhecer pessoas e, por que não?, dar uma corridinha. Cores distinguiam o estado civil do atleta: verde (solteiro), amarelo (enrolado), vermelho (comprometido). “Conseguimos reunir 2 000 corredores”, calcula Simone Laeto, 47 anos, que deixou o trabalho em agências de publicidade para investir no profícuo mercado de corridas e cada vez mais se dedica aos notívagos, que desembolsam uma média de 100 reais pelo pacote.

Pergunta que não quer calar: do ponto de vista estritamente fisiológico, correr à noite oferece alguma vantagem? Sim, concordam os especialistas. “O gasto calórico é igual, mas correr longe do sol e sob menos calor é melhor porque o corpo perde menos água, cansa menos, e a pessoa tende a estender o tempo da atividade”, explica o ortopedista Sérgio Maurício. Mas a tribo do turno coruja (da concentração, onde a festinha se inicia, ao fim da balada, passam-se cerca de quatro horas, tudo terminando por volta das 10 da noite) deve ficar atenta a certos cuidados com a saúde. Eles vão da alimentação ao alongamento, que precisam se adaptar ao horário mais adiantado — e são, em certos aspectos, distintos daqueles indicados para quem se exercita ao longo do dia (veja o quadro).

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Nessas festas, bebidas alcoólicas são quase tão raras quanto maquiagem (quem vai se arriscar a ver a sombra deslizar suor abaixo?), mas às vezes o corredor-baladeiro se permite uma dose aqui, outra ali, embora elas não constem no menu oficial. Como as corridas são ao ar livre, em praças, praias e parques, passa um ambulante vendendo cerveja e a tentação pode falar mais alto. A faixa etária local gira em torno de 25, 30 anos, muita gente vai em grupo e, sim, esbanja energia para dançar. Dito assim, parece que sobra alegria e falta foco nas pistas. Errado. A maioria leva a sério o momento da corrida. Seus adeptos estão assim mantendo viva uma modalidade primeiro praticada por trabalhadores ingleses no século XVII, que teve como marco histórico a primeira maratona olímpica, de 1896, em Atenas. Foi em 1968, porém, que o médico americano Kenneth Cooper popularizou o esporte ao descrever seus benefícios no célebre livro Aerobics: músculos fortalecidos, sistema cardiorrespiratório em pleno funcionamento, pressão arterial reduzida. Mister Cooper só não poderia prever um acréscimo que trouxe um novo ganho à corrida: a diversão.

Publicado em VEJA de 30 de outubro de 2019, edição nº 2658

5 motivos para viajar para Porto de Galinhas

Município de Ipojuca, Porto de Galinhas é praticamente um quadro pintado à mão de tão belo. Dona de uma infraestrutura excepcional, grande variedades de bares e restaurantes, um centrinho com várias lojinhas e irresistíveis águas cristalinas, a região é uma das principais escolhas de quem pretende dar um giro pelo território nordestino.

Conheça as belezas naturais de Porto de Galinhas

O Segue Viagem selecionou cinco motivos que comprovam por que viajar para Porto de Galinhas tem tudo para ser uma aventura inesquecível. Se interessou? Então confira este post até o final!

1. Dezoito quilômetros de praias

Praia de Muro Alto – Porto de Galinhas – Pernambuco | Crédito: Vinicius Lubambo

Já à primeira vista Porto de Galinhas impressiona. Isso porque águas azuis-esverdeadas, areia branca e uma manta verde de coqueiros compõem a paradisíaca paisagem de 18 km de faixa litorânea. As várias praias agradam a todos os visitantes, oferecendo de águas agitadas, bem propícias para a prática de esportes, às mais calmas, fruto da presença de arrecifes de corais. Ou seja: com certeza você vai encontrar uma que seja a sua cara.

2. Verão praticamente 365 dias por ano

Porto de Galinhas - Pernambuco | Crédito: Shutterstock

Porto de Galinhas – Pernambuco | Crédito: Shutterstock

Com um clima de dar inveja, Porto de Galinhas foi feita sob medida para os amantes do verão, já que, ali, a temperatura média é de 28°C. Para coroar, uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Pernambuco comprova que a cidade é considerada por 95% de seus visitantes como um destino “sol e praia”. Portanto já sabe: caso queira colocar o bronze em dia e se presentear com tranquilidade e beleza, esse é o seu lugar.

3. Animais marinhos

Os Cavalos marinhos - Porto de Galinhas - Pernambuco | Foto: Shutterstock.com

Cavalos-marinhos – Porto de Galinhas – Pernambuco | Foto: Shutterstock.com

Ótimo lugar para quem não dispensa um mergulho, este paraíso pernambucano permite o encontro com alguns animais em seu habitat natural. Quem vai viajar para Porto de Galinhas tem grandes chances de contemplar espécies variadas de cavalos-marinhos e tartarugas, por exemplo, que chegam à região para se reproduzirem.

4. Piscinas naturais e passeios de jangadas

porto de galinhas - viagem

Porto de Galinhas – Pernambuco | Crédito: Vinicius Lubambo

Gosta de nadar lado a lado com os peixinhos? Se a resposta for sim, viajar para Porto de Galinhas se mostra, mais uma vez, como uma excelente escolha. Lotado de piscinas naturais formadas em meio aos corais, a beleza do destino transcende fronteiras e atrai turistas de todos os cantos do mundo.

Para acessá-las, basta escolher uma das várias jangadas que ficam na orla. Aproveite também para caminhar entre os corais, curtir a natureza e tirar muitas fotos. Afinal, poucos lugares são mais instagramáveis do que esse.

5. Uma emoção sobre buggies

Buggy - Porto de Galinhas| Crédito: Leandro Neumann Ciuffo

Buggy – Porto de Galinhas| Crédito: Leandro Neumann Ciuffo

Ultrapasse os limites da região central e percorra as praias de ponta a ponta, de Muro Alto até Maracaípe, a bordo de um bugue. O tradicional programa oferece aventuras emocionantes e marcadas por paisagens dignas de porta-retratos.

E agora, se convenceu que viajar para Porto de Galinhas é o ideal para você? Conta pra gente nos comentários! Assim, ao compartilhar suas experiências, você ajuda a esclarecer eventuais dúvidas de outros usuários. E lembre-se: se quiser viajar em breve, consulte sempre um agente de viagens. Dessa forma você garante uma trip sem perrengues!

Cristo Redentor (RJ): como visitar este cartão-postal do Brasil

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Cristo Redentor – Rio de Janeiro | Crédito editorial: OSTILL is Franck Camhi / Shutterstock.com

Subir o Corcovado e fazer selfie com o Cristo, sim ou com certeza? OK, você pode até não sair na foto, mas – acredite! – vai querer registrar a vista que se tem de lá de cima. O Cristo Redentor é uma das atrações turísticas mais conhecidas do mundo e, portanto, se você planeja visitar o Rio de Janeiro em breve, não pode deixar ele de fora da sua listinha de o que fazer. Sendo assim, bora descobrir como subir lá?

O que fazer no Rio de Janeiro: principais pontos turísticos

Para começar, há alternativas para todos os gostos: se for aventureiro, dá pra seguir a trilha do Parque Lage para subir o Corcovado até as Paineiras e depois fazer o resto do percurso a pé; por outro lado, se quiser mais comodidade, vans, táxi e carros também são opções para chegar ao topo. No entanto, a maneira mais legal é usando o Trem do Corcovado. Isso porque é um verdadeiro passeio, já que segue a estrada de ferro construída em 1884, que atravessa o Parque Nacional da Tijuca. Ao todo são mais ou menos 20 minutos até chegar ao Cristo.

A vista de tirar o fôlego

Cristo Redentor - Rio de Janeiro | Crédito: Shutterstock

Cristo Redentor – Rio de Janeiro | Crédito: Shutterstock

Ali em cima, cada um tem uma reação. Há quem se emocione mais com a vista do que com o monumento, uma vez que o local descortina uma vista extraordinária de toda a Baía de Guanabara e, também, do Pão de Açúcar, como em um cartão-postal. Ao mesmo tempo, há quem aproveite o momento para agradecer o Redentor e renovar sua fé, ao passo que não são poucas as pessoas que se impressionem com tudo mesmo. Afinal, essa nossa Nova Maravilha do Mundo, que está ali desde 1931, abre seus braços não só para a cidade, mas também para seus visitantes.

Ingressos para o Cristo Redentor

Tá a fim de saber sobre os ingressos? Bom, saiba que o preço deles varia de acordo com a sua escolha de trajeto e da temporada. O preço, para ir com as vans credenciadas, vai de R$51,60 a R$113; agora, quem escolhe o Trem do Corcovado paga R$88 e as entradas devem ser adquiridas com antecedência. Na baixa temporada, os valores costumem ser menores, então vale a pena checar.

Agora que você já sabe como conhecer o Cristo Redentor, que tal consultar um agente de viagens e começar a planejar agora mesmo a viagem para o Rio de Janeiro? Caso já tenha tido a chance de conhecer o destino, conta pra gente nos comentários como foi a sua experiência, pois assim você ajuda a esclarecer as dúvidas de outras pessoas!

O que fazer em Gramado com chuva: descubra 10 atrações incríveis

Tá a fim de saber o que fazer em Gramado com chuva? Pois essa é uma pergunta muito procurada pelos viajantes no Google. Mas não se preocupe: o destino mais famoso da Serra Gaúcha não decepciona em nenhum clima. Ficou curioso? Então confira a seguir 10 atrações para curtir muito mesmo quando o tempo está fechado.

Gramado nas quatro estações: descubra quando visitar a cidade
Roteiro por Gramado: o que fazer na cidade em três dias

Antes de prosseguir na leitura, no entanto, tenha em mente que alguns lugares podem estar com restrições de funcionamento por conta da pandemia. Sendo assim, fique atento e sempre peça a orientação de um agente de viagens. Dessa forma você viaja tranquilo e com a garantia de que terá assistência a qualquer momento.

1. Snowland

Snowland - Gramado - Rio Grande do Sul | Crédito: Divulgação Snowland

Snowland – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito: Divulgação Snowland

O parque Snowland abriu em 2013 com a proposta de oferecer neve durante todo o ano para os visitantes de Gramado. Desde então é sucesso total. E não é pra menos, né? O lugar tem uma montanha de 15 metros de altura – a primeira e única montanha de neve do Brasil –, dedicada à prática de esportes radicais e recheada de atrações.

Isso significa também que é bem frio lá dentro: a temperatura ali fica entre -5°C e -3°C. Por isso mesmo, o parque disponibiliza o chamado Kit Neve, com um par de botas, calça, jaqueta e luvas adequadas. De toda forma, garanta que você estará bem quentinho a todo momento, viu?

Quem quiser ainda pode patinar no gelo e assistir a emocionantes espetáculos de patinação artística, bem como sentir muito friozinho na barriga ao descer o túnel do Ice Motion. E não é só isso não! O Snowland também conta com área temática com atrações infantis, praça de alimentação e uma atração chamada Tubing, que consiste em descer a montanha de neve com uma boia.

2. Dreamland – Museu de Cera

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Neytiri, personagem de “Avatar”, no Dreamland – Museu de Cera, em Gramado, no Rio Grande do Sul | Crédito editorial: Silvia Vieira/Shutterstock.com

Primeiro museu de cera da América Latina, o Dreamland reúne estátuas de cera bem realistas de celebridades brazucas e gringas. Esse é o caso do ator Bruce Willis, da Rainha Elizabeth II, do renomado físico Albert Einstein e de ex-presidentes dos Estados Unidos, por exemplo. Porém, o museu também é a casa de muitos personagens icônicos, como Homem de Ferro, Shrek, Mulher-Gato e até mesmo de Neytiri, a carismática princesa Na’Vi de “Avatar”.

Legal, né? Portanto, se você estiver em busca de o que fazer em Gramado com chuva, o Dreamland é uma ótima opção.

3. Mini Mundo

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As réplicas detalhadas e muito fiéis do Mini Mundo – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito editorial: Gregorio Koji/Shutterstock.com

O que você diria se pudesse viajar por destinos da Europa à América do Sul em um único dia? No Mini Mundo você pode! O nome já diz tudo: trata-se de um parque ao ar livre cujo diferencial é abrigar réplicas de prédios e monumentos de diversos países, assim como alguns dos pontos turísticos mais conhecidos do mundo.

E as réplicas são muito fiéis e ricas em detalhes, viu? A réplica do célebre Castelo de Neuschwanstein, na Alemanha, tem o mesmo número de janelas que a construção original: 508. O local também presta uma homenagem a edifícios nacionais, como o Museu do Ipiranga (SP), a Igreja São Francisco de Assis (MG) e o Jardim Botânico de Curitiba (PR), por exemplo.

Juntas, todas essas réplicas compõem uma cidade em miniatura, onde habitantes bem pequenininhos vivem suas vidas em uma escala 24 vezes menor do que a realidade.  Em outras palavras, prepare a câmera, pois não vão faltar ocasiões para tirar muitas fotos, viu?

4. Hollywood Dream Cars

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Chevrolet Bel Air 1956 – Hollywood Dream Cars – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito editorial: Silvia Vieira/Shutterstock.com

Sabe outro lugar que cabe direitinho na nossa lista de o que fazer em Gramado com chuva? O Hollywood Dream Cars. O museu existe desde 1997 e expõe carros antigos, que refletem todo o glamour das décadas de 1920 a 1960. Como o objetivo também é prestar um tributo aos grandes clássicos do cinema, já que reúne algumas raridades que brilharam nas telonas, a visita se torna ainda mais interessante.

Em linhas gerais, se você for fã de automóveis, vai curtir muito este passeio e ter a chance de ver de pertinho do irresistível conversível Cadillac 1930 ao Jaguar 1949. Garanta um tempinho para explorar o lugar com calma!

5. Reino do Chocolate

Ei, chocólatras, chegou o momento de vocês! O Reino do Chocolate, além de ser uma dica e tanto de o que fazer em Gramado com chuva, conduz o visitante em um passeio pela história e a produção do doce, explicando tudo o que você precisa saber sobre o cacau. No final, quando você já estiver craque sobre o assunto, vai poder desfrutar esta delícia, preparada de maneira artesanal há mais de 30 anos no local. Para coroar, o Reino do Chocolate afirma fabricar o mais puro chocolate da Serra Gaúcha. Fala sério: tem como não experimentar depois dessa descrição?

6. Rua Coberta

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Rua Coberta – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito editorial: Luciana Silva Rodrigues/Shutterstock.com

Encantadora. Este é, com certeza, um dos melhores adjetivos para a Rua Coberta de Gramado. Supercharmosa, é salpicada de lojinhas, bares e restaurantes. Inclusive, a gastronomia é um ponto forte, visto que ali todo mundo encontra algo bem gostoso pra comer. Além do clima familiar e bastante agradável, é uma opção sem erro para adicionar à sua listinha de o que fazer em Gramado com chuva. Afinal de contas, a rua, como o próprio nome já diz, é coberta e protege todo mundo do mau tempo 😉

7. Palácio dos Festivais

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Palácio dos Festivais – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito editorial: Luiz Barrionuevo/Shutterstock.com

O Palácio dos Festivais é um charmoso cinema instalado em uma casa em estilo alemão. Inclusive, o local é palco para as exibições dos filmes do Festival de Cinema de Gramado. Já ouviu falar nesse festival? Trata-se de um evento anual que premia os melhores filmes dos cinemas brasileiro e latino-americano e que costuma atrair bastante gente, interessada não só em assistir aos filmes, mas em ter a chance de encontrar alguma celebridade.

Localizado no centro da cidade, em frente à Rua Coberta, o Palácio dos Festivais abriga também o Museu do Festival de Cinema de Gramado, que visa contar a história do evento. Brinde: o museu tem uma cafeteria com vista para a Avenida Borges de Medeiros, uma das principais vias da cidade.

8. Harley Motor Show

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Harley Motor Show – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito editorial: Silvia Vieira/Shutterstock.com

No subsolo do Dreamland – Museu de Cera, aqui vai mais uma atração que diverte os visitantes, sobretudo os que se perguntam o que fazer em Gramado com chuva. Aliás, você sabia que este é o primeiro espaço temático em toda a América Latina dedicado às motos Harley-Davidson? São mais de 30 exemplares – que vão de raridades totalmente restauradas aos modelos mais recentes – expostas em um ambiente aconchegante e bem americano, uma vez que remete aos cassinos de Las Vegas.

No Harley Motor Show, inclusive, dá pra conferir uma moto igualzinha à utilizada no filme “Sem Destino” (“Easy Rider”, em inglês), de 1969. Quer mais? Aproveite para ver máquinas idênticas às que a Polícia Federal norte-americana usa e modelos que fizeram história entre as décadas de 1920 e 1970.

Spoiler: o lugar também funciona como bar. Isso significa que, embora seja o paraíso para quem ama duas rodas, também dá as boas-vindas para quem não manja tanto assim do assunto.

9. Churrascaria Garfo e Bombacha

Supertradicional e famosa em Gramado, a Churrascaria Garfo e Bombacha é uma excelente escolha para um jantar. E isso não é só por causa do churrasco pra lá de gostoso, viu? Afinal, ali dá pra experimentar o chimarrão, a bebida típica dos gaúchos, e conferir danças e músicas tradicionais do Rio Grande do Sul. Por falar nisso, guarde bem o nome do espetáculo: Noite Gaúcha.

Resumindo, é um lugar que traduz com perfeição a essência gaúcha. De quebra, pode ser sua escolha se estiver procurando o que fazer em Gramado com chuva. Pode acreditar, vale a pena!

10. Igreja Matriz São Pedro 

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Igreja Matriz São Pedro – Gramado – Rio Grande do Sul | Crédito: Shutterstock

Por fim, outra queridinha que pode ser visitada em um dia de chuva é a Igreja Matriz São Pedro, situada bem no coração da cidade. Ficou curioso pra saber o motivo de ela ser tão procurada? Ah, essa é fácil! Sua arquitetura romana agrada à vista de todos os viajantes e explica por que ela é tão fotografada. Além disso, os vitrais sacros, o revestimento de pedras e as estátuas em homenagem aos apóstolos, que ficam no pátio frontal, são outros destaques.

Quais cidades fazem parte da Serra Gaúcha? Conheça destinos imperdíveis

Enfim, já deu pra perceber que não faltam opções de o que fazer em Gramado com chuva, né? Caso você tenha algum outro lugar pra sugerir, deixe um comentário! Vamos adorar ter a sua opinião aqui!

O que fazer em Ilhabela, em São Paulo

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Vista panorâmica da Praia do Bonete – Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock

Se a ideia for recarregar as energias, não precisa pensar duas vezes: Ilhabela, a mais ou menos 200 km de São Paulo, é uma ótima alternativa. Isso porque suas praias estão entre as melhores do litoral norte paulista e a região como um todo se destaca pela preservação ambiental. O resultado? O destino é pai e mãe da maior reserva de Mata Atlântica do planeta – tanto é que o Parque Estadual de Ilhabela representa 84% do arquipélago.

9 praias do litoral paulista que vale a pena conhecer

Aliás, você sabia que Ilhabela é um município-arquipélago? O destino é formado por 14 ilhas e ilhotas, das quais a maior de todas é a de São Sebastião. Além das mais de 30 praias, o lugar esconde uma série de cachoeiras excepcionais. Quem conduz até elas são diversas trilhas. A dica, portanto, é garantir um bom calçado, bons litros de água, repelente e muita disposição. As trilhas têm níveis de dificuldade variados e recompensam muito bem quem chega até o fim: banhos geladinhos, águas cristalinas e uma beleza cênica.

Nunca teve a chance de conhecer o destino? Não tem problema não, porque foi justamente pra você que preparamos este post, com dicas certeiras para curtir muito a região. Vamos lá?

O que fazer em Ilhabela

1. Curtir as praias mais badaladas da região: Castelhanos, Curral, Jabaquara, Julião, Feiticeira, Pedra do Sino, Ilha das Cabras e Bonete, só pra citar alguns exemplos

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Praia de Castelhanos – Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock


2. Tomar um sorvete na Rua do Meio e passear por entre os casarões

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Rua do Meio – Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock


3. Dar uma voltinha pela Vila, como é chamado o Centro Histórico, e se deliciar em um dos inúmeros cafés e restaurantes

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Centro Histórico de Ilhabela – São Paulo | Crédito editorial: wtondossantos/Shutterstock.com


4. Fazer um tour pelas cachoeiras, como as cachoeiras do Gato, Três Tombos, Paquetá e Toca

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Cachoeira da Toca – Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock


5. Percorrer as trilhas do Parque Estadual de Ilhabela (algumas, inclusive, conduzem a cachoeiras) e admirar plantas e bichinhos ameaçados de extinção

Ah, e aqui vai um detalhe importante: se você estiver a fim de explorar o Parque Estadual de Ilhabela, é importante saber que, por conta da pandemia, algumas atrações só podem ser visitadas por meio de agendamento. Ele pode ser feito por este site, mantido pela Fundação Florestal. O ideal, inclusive, é agendar a visita com pelo menos 24h de antecedência, OK?

Este é o caso, por exemplo, das seguintes atrações:

– Trilha da Água Branca
– Cachoeira dos Três Tombos
– Trilha do Pico do Baepi
– Trilha do Bonete
– Cachoeira do Veloso
– Praia de Castelhanos

No entanto, se você tiver contratado algum passeio via agência de viagens, não precisa se preocupar com esse agendamento, já que, neste caso, as próprias agências de viagens se encarregam disso. Sendo assim, para ficar totalmente tranquilo, vale muito a pena contar com o apoio de uma agência 😉

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Trilha da Praia do Bonete – Parque Estadual de Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock


6. Reservar um tempinho para visitar a Igreja Nossa Senhora D’Ajuda e Bonsucesso

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Igreja Nossa Senhora D’Ajuda e Bonsucesso – Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock


7. Fazer a trilha que leva ao cume do Pico do Baepi

Embora seja necessário ter bom condicionamento físico, uma vez que há muitas subidas, o prêmio é a linda vista panorâmica que se tem dali de cima. E não tinha como ser diferente: o Baepi é a sétima montanha mais alta da ilha de São Sebastião, ostentando 1.048 metros. Para coroar, o trajeto como um todo é bem sinalizado e não exige a presença de guias. Lembre-se: quanto mais bonito o dia, melhor a vista fica, combinado?

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A natureza exuberante se faz presente a todo momento ao longo da trilha do Pico do Baepi – Ilhabela – São Paulo | Crédito: Shutterstock


Ilhabela, a Capital Nacional da Vela

Você sabia que Ilhabela é conhecida como a Capital Nacional da Vela? Sim, é isso mesmo! Afinal, o destino reúne ventos mais do que propícios e ótimas condições do mar do canal de São Sebastião. Como resultado, a região sedia uma série de competições, como a Semana de Velha de Ilhabela, a mais importante da América Latina, e, por isso mesmo, atrai bastante gente interessada em praticar o esporte. Ao mesmo tempo, abriga clubes e escolas de vela, bem como disponibiliza embarcações para alugar. Ou seja: se você se amarra neste esporte, acaba de ganhar mais um motivo para viajar pra lá!

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Ilhabela, a Capital Nacional da Vela | Crédito editorial: Guadalupe Polito/Shutterstock.com

Viagens curtas para sair da rotina: dicas e destinos

Agora conta pra gente: você já conhece Ilhabela? O que você mais gosta de fazer pra lá? Deixe um comentário com a sua opinião, pois assim você pode ajudar a esclarecer as dúvidas de outras pessoas. Ah, e já sabe, né? Se for viajar, consulte sempre um agente de viagens. Dessa forma você garante assistência antes, durante e depois da trip.

Chapada Diamantina x Chapada dos Guimarães: qual é a sua preferida?

Chapada Diamantina x Chapada dos Guimarães: nós assumimos a missão de ajudar você, viajante, a escolher uma dessas joias brasileiras – ou as duas, se preferir – para que possa seguir viagem e curtir dias memoráveis. Tá preparado? Então segure o fôlego e vamos lá! 

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Onde ficam?

Chapada Diamantina: Lençóis, Bahia.

Chapada Diamantina x Chapada dos Guimarães: qual é a sua?

A natureza exuberante toma conta da Chapada Diamantina – Lençóis – Bahia | Crédito: Kennedy Silva


Chapada dos Guimarães: 
Cuiabá, Mato Grosso.

Chapada Diamantina x Chapada dos Guimarães: qual é a sua?

Chapada dos Guimarães – Cuiabá – Mato Grosso | Crédito: Shutterstock.com


Como chegar?

Chapada Diamantina

Existem voos para Lençóis, porta de entrada para a Chapada Diamantina. Mas, para quem preferir, outra opção é pegar um ônibus de Salvador rumo ao destino. De carro, partindo da capital baiana ou da região Centro-Oeste, siga pela BA-242; saindo do Sul, vá pela BA-262 e, em seguida, BA-142.

Chapada dos Guimarães

O aeroporto mais próximo fica em Cuiabá. Da cidade, pegue a MT-251. São cerca de 70 km até a chapada.

Quando ir?

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Tá a fim de sonhar acordado? Então conheça o Poço Encantado, um dos lugares mais famosos da Chapada Diamantina – Bahia | Crédito: Shutterstock


Chapada Diamantina

A região pode ser visitada o ano inteiro. No entanto, de dezembro a fevereiro as cachoeiras têm maior volume de água. Os meses de outono e inverno, por conta da posição do sol, podem proporcionar efeitos de luz maravilhosos em alguns pontos turísticos, como nos poços Azul e Encantado, tornando o cenário ainda mais interessante. Junho, por outro lado, é o mês de São João, quando as cidades são tomadas por bandeirolas e moradores e turistas se divertem em quadrilhas e apreciam comidas típicas, tudo ao som de muito forró pé de serra. Em outubro acontece o Festival de Lençóis. O evento reúne música, arte e cultura em meio às belas paisagens da Chapada. Nomes como Gilberto Gil, Gal Costa e Nando Reis, por exemplo, já se apresentaram no festival. Portanto, se você for fã de MPB, este é mais um motivo para visitar o destino.

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O pôr do sol é de tirar o fôlego na Chapada dos Guimarães – Cuiabá – Mato Grosso | Crédito: Shutterstock

Chapada dos Guimarães

O destino é uma ótima escolha em qualquer época do ano. Contudo, no inverno há mais ocorrência de neblina, o que pode interferir um pouco nos passeios e nas fotos.

Quantos dias ficar?

Chapada Diamantina

Para quem vai de carro ou de ônibus, vale considerar uma estada de ao menos três dias para fazer valer a grande distância percorrida até a chapada. Caso o intuito seja conhecer o destino de ponta a ponta, o ideal é planejar uma viagem de sete a dez noites. Em outras palavras, quanto mais tempo você tiver, melhor!

Chapada dos Guimarães

Em três dias dá para fazer bastante coisa, mas, para fazer todos os passeios com tranquilidade, reservar cinco dias pode ser uma boa pedida.

Atrações

Paisagens de beleza inigualável, trilhas, cachoeiras, grutas, saídas para observação de aves e atividades radicais são algumas das atrações oferecidas pelos dois destinos. Assim, independentemente de em qual chapada estiver, dias para mexer o corpo, relaxar a mente e encher os olhos diante de tanta coisa bonita são garantidos em ambos os lugares. Então já sabe: câmeras sempre a postos, combinado?

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Cachoeira do Buracão – Chapada Diamantina – Bahia | Crédito editorial: Caio Pederneiras/Shutterstock.com


Chapada Diamantina

Conheça de perto o cartão-postal da região, o Morro do Pai Inácio; faça a trilha do Vale do Pati, considerada uma das mais bonitas do país; volte no tempo no histórico município de Mucugê; encante-se pela Cachoeira do Buracão; apaixone-se pela Gruta Azul e sua água azul néon; visite Xique-Xique de Igatu, a Machu Picchu baiana, e descubra a Gruta da Lapa Doce, que abriga uma série de sítios arqueológicos.

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Que tal uma aventura pela caverna Aroe Jari, na Chapada dos Guimarães? | Crédito: Shutterstock


Chapada dos Guimarães

Desbrave o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães e refresque-se no Circuito das Cachoeiras; observe as pinturas rupestres da gruta Casa de Pedra; conheça a Cidade de Pedra, suas esculturas rochosas e os animais que vivem por ali; contemple a vista do topo do Morro de São Jerônimo, o ponto mais alto do Parque Nacional; banhe-se nas piscinas naturais do Vale do Rio Claro; desfrute a sensação de tocar as nuvens no Mirante do Alto do Céu e aventure-se na Caverna Aroe Jari.

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Agora conta pra gente: Chapada Diamantina x Chapada dos Guimarães, qual você escolhe? Ou melhor ainda: qual conhecer primeiro? Se você já teve a oportunidade de visitar uma (ou as duas!) regiões, compartilhe sua experiência nos comentários! Dessa forma você ajuda outros viajantes. Ah, e lembre-se: se estiver planejando uma trip, conte com o apoio de um agente de viagens; assim você garante assistência do início ao fim do passeio.